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Games: A Renascença dos RPGs de Computador

Games
2 de maio de 2015 / By / , / 2 Comments

Bom dia! O assunto de hoje é algo que eu gosto bastante: RPGs, ou role-playing games. O final da década de 90 foi marcado por inúmeros RPGs de computador excelentes, como Baldur’s Gate, Icewind Dale, Planetscape: Torment, Fallout, histórias épicas que influenciaram inúmeros jogos. Mas infelizmente isso durou pouco e após alguns anos as empresas passaram a investir em outros tipos de jogos mais populares. Os RPGs de computador começaram a diminuir em quantidade e qualidade, ficando cada vez mais raros.

Entretanto, o crescimento da popularidade do modelo de negócios chamado crowdfunding fez com que empresas que fizeram ou participaram da criação desses jogos tentassem novamente e o resultado foi fenomenal: uma nova era de RPGs de computador, com os jogos produzidos recebendo muitas avaliações positivas e virando sucesso entre os críticos e os jogadores

Wasteland 2
Imagem disponibilizada pela inXile Entertainment em seu site.

Alguns desses jogos da nova safra de RPGs são: Wasteland 2, Divinity: Original Sin e Pillars of Eternity. Wasteland 2 é o sucessor do jogo Wasteland, de 1988. O original pode ser considerado a inspiração da série Fallout, e é considerado um dos primeiros RPGs pós-apocalípticos com um mundo persistente, onde as ações do jogador eram guardadas. A sequência é uma continuação direta do primeiro jogo, e mantém a dificuldade e características que fizeram do primeiro um sucesso, como as inúmeras maneiras de se resolver um quebra-cabeças.

Divinity: Original Sin
Imagem disponibilizada pela Larian Studios em seu site.

Divinity: Original Sin pega as características principais dos RPGs de computadores e as trás para o presente, criando um jogo que consegue ser mais acessível sem perder o nível de dificuldade. É meio estranho falar isso, mas é um positivo enorme poder pegar um RPG de computador sem ter que pensar se a sua versão do Windows é compatível ou se a resolução do seu monitor é suportada. Original Sin elimina esses problemas mas mantém as qualidades necessárias. Já o joguei por algum tempo e posso falar que a história é bem engraçada, e o gameplay lembra bastante a série Ultima.

Pillars of Eternity
Imagem disponibilizada pela Obsidian Entertainment em seu site.

Pillars of Eternity é, para mim, um dos melhores RPGs dos últimos tempos. Feito pela Obsidian Entertainment, que contém alguns dos criadores de Fallout, Icewind Dale e Planetscape: Torment, o jogo possui uma história excepcional, além de um combate muito bem executado. Ele consegue ser o sucessor de Baldur’s Gate que muitas pessoas, inclusive eu, esperaram. O jogo começa com o seu personagem virando um Watcher, que possui o poder de comunicar com os espíritos das pessoas e ver suas vidas passadas. Você então parte para encontrar a pessoa que causou isso, tentando reverter o processo. Durante a campanha é possível recrutar vários membros e eles possuem suas próprias histórias, nem todas com um final feliz. O jogo é massivo, mais de 50 horas só para a campanha principal, e extremamente difícil. Existe um limite de níveis, então não é só ir pegar experiência em outros lugares e voltar depois, você realmente precisa usar táticas para vencer. Recomendo muito esse jogo, vale a pena.

E você, leitor, já jogou algum dos RPGs lançados recentemente? O que prefere, os JRPGs (RPGs japoneses) ou os WRPGS (RPGs ocidentais)? Console ou PC? Comente abaixo :)

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2 Comments

  1. Babis disse:

    Eii Gisely, tudo bem? Nossa fiquei impressionada do quanto que você sabe de RPG, eu queria saber mais porque só jogo League Of Legends. O Gráfico desses jogos parece ser muito bom e super bem feitos, mas o que me deu vontade de jogar mesmo foi o Pillars Of Eternity. Vou fazer uma pergunta besta, mas vai: ele é muito pesado? sei que costumam ser mas vai que né hehe
    Beijoos

    Blog: Café Com Babis

    • Bruno Curti disse:

      Oi Babis, aqui é o Bruno, a Gi pediu que eu falasse de Games no blog. Não é besta a sua pergunta não. O Pillars foi feito com base em uma engine gráfica relativamente leve, o que faz com que ele não fique muito pesado. É verdade que no lançamento ele estava com alguns problemas de otimização, mas agora a empresa já lançou patches para corrigir isso. Todavia, quando existem muitos personagens na tela (geralmente nas cidades principais) ou quando o jogador usa muitas magias o jogo pode ficar um pouco mais lento. Um aviso que eu preciso dar é que ele pede 4GB de memória, e após alguns testes pude verificar que ele usa bastante mesmo. De resto só o espaço no HD que ele pede, cerca de 13,5 GB.

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